Cuidar das abelhas é cuidar do futuro.
A Rede Energia das Abelhas reúne negócios de bioeconomia da abelha sem ferrão nativa, no mangue do Quilombo do Feital, em Magé (RJ) — mel, cosméticos de própolis e vivências que transformam cuidado em economia viva.
conduzida por Energia da Terra · no Quilombo do Feital
Isto é bioeconomia: a natureza viva virando economia real.
Cuidar das abelhas sem ferrão não é um gesto ambiental isolado. É um modelo econômico onde a floresta preservada vale mais viva do que derrubada — onde cada colmeia gera renda, mantém o mangue de pé e prova que conservar e empreender podem ser a mesma coisa.
Negócios
Cosméticos, vivências e produtos naturais que nascem da abelha e geram renda para a comunidade.
Economia
Renda que circula no território e valoriza a origem — o mel mais raro vale pela história que carrega.
Futuro
Abelhas nativas polinizam a vida. Mantê-las é garantir alimento, biodiversidade e clima para quem vem depois.
de abelha sem ferrão, nativas e guardadas aqui.
Não é uma abelha — são seis. Cada espécie nativa é um patrimônio genético insubstituível do mangue do Feital. Metade das abelhas nativas do Brasil está em risco de extinção; cada colônia viva aqui é conservação e economia ao mesmo tempo.
Uruçu amarela
Uma das maiores abelhas nativas. Produz mel abundante e é símbolo da meliponicultura brasileira.
Jataí
Reconhecida pela guarda permanente na entrada do ninho. Mel medicinal, raro e muito valorizado.
Mandaguari amarela
De grandes colônias e mel ácido e aromático. Constrói ninhos em cavidades estreitas da mata.
Mandaçaia
Bela e robusta, com listras marcantes. Boa produtora de mel e excelente polinizadora da mata.
Iraí
Pequena abelha de mel claro e suave, comum na Mata Atlântica. Mansa e fácil de manejar.
Mirim Lucci
Pequena e dócil, de mel delicado muito apreciado. Excelente para iniciar na meliponicultura.
Por que a rede do Quilombo do Feital é a escolha certa?
A força da rede não está num produto — está no lugar e em quem o guarda. É isso que dá origem, raridade e alma ao que nasce daqui.
Mangue, berçário da vida
O Feital fica na APA de Guapimirim, na Baía de Guanabara — área de proteção federal. O manguezal é berçário de peixes, caranguejos, pássaros e, agora, das abelhas nativas.
Ancestralidade viva
Mais de 300 anos de história inscrita no território. Um saber de manejo e cuidado que passa de geração em geração — e não cabe em nenhum manual.
Origem que se prova
Cada produto carrega uma origem rastreável: quilombo, mangue preservado, abelha nativa. Num mercado que paga por verdade, isso é o ativo mais raro.
A força das mulheres
São as mulheres do Feital que conduzem boa parte dos negócios da rede. Liderança feminina não é detalhe da história — é o motor dela.
Conheça a Energia da Terra
A Energia da Terra é quem conduz e dá nome a esta rede. Cofundadora do meliponário do Feital, não é uma certificadora externa nem distribuidora — é testemunha da origem, ao lado da comunidade desde o início.
É dela a missão de cuidar das abelhas como projeto de bioeconomia e de levar esse modelo a novos territórios — para que outras comunidades também transformem o cuidado com a natureza em economia viva.
David Castor Maxwel
Biólogo, mestre em Agricultura Orgânica (UFRRJ) e meliponicultor há 13 anos. Fundador da Energia da Terra, desenvolveu técnicas próprias de criação de abelhas sem ferrão voltadas à conservação.
Maria Clara Nunes Ramos Chaves
Bióloga, mestre em Biodiversidade (UNIRIO) e cofundadora. Criou o modelo socioeconômico da empresa, com foco em bioeconomia, valorização dos meliprodutos e protagonismo das comunidades.
Da mesma abelha, três caminhos.
Flor de Colmeia
Cuidados para a pele feitos com cerume e própolis da abelha sem ferrão. Bioativos que regeneram — cada produto carrega o tempo de uma abelha e o trabalho de um quilombo.
- Sabonete artesanal
- Esfoliante natural
- Hidratante de própolis
Conexão Abelha
Visita guiada que quebra o medo das abelhas e reconecta crianças e famílias à natureza, longe das telas. O mangue do Feital como sala de aula viva.
- Vivência guiada no meliponário
- Experiência para escolas e famílias
- Educação ambiental no mangue
BioMeli
Repelente natural a partir dos produtos da abelha sem ferrão. Para quem vive perto do mangue: não se compra um repelente, compra-se o sossego de viver bem ao lado dele.
- Repelente natural do mangue
- Sem química agressiva
- Produção local em Magé
Cada território tem a sua abelha guardiã.
A Rede Energia das Abelhas nasceu no Feital, mas não pertence só a ele. Onde houver uma comunidade, uma abelha nativa e a vontade de cuidar em conjunto, a rede pode florescer. A Energia da Terra conduz esse florescimento em novos territórios.
Conheça o projeto de 12 mesesRede Energia das Abelhas · nó fundador: Magé · Feital — RJ
Mel e cuidado de abelha sem ferrão, do mangue do Feital
A Rede Energia das Abelhas é uma rede de bioeconomia formada por negócios do Quilombo do Feital, em Magé, no Rio de Janeiro. Todos nascem do cuidado com seis espécies de abelha sem ferrão nativas — Uruçu amarela, Jataí, Mandaguari amarela, Mandaçaia, Iraí e Mirim Lucci — criadas no meliponário do quilombo, dentro da APA de Guapimirim, na Baía de Guanabara.
Do mesmo mangue e das mesmas abelhas saem três caminhos: os cosméticos naturais de própolis e cera da Flor de Colmeia, as vivências educativas no meliponário da Conexão Abelha e o repelente natural da BioMeli. É um modelo de bioeconomia com origem quilombola rastreável, conduzido majoritariamente por mulheres, em que conservar o mangue e empreender são a mesma coisa.
Leve a rede de abelhas ao seu território.
Um projeto de 12 meses que transforma uma comunidade e um ecossistema numa rede de bioeconomia da abelha sem ferrão — da primeira colmeia ao negócio que fica com as pessoas. Foi assim no Quilombo do Feital. Pode ser assim na sua terra.
Não é um curso. É uma rede que nasce, cresce e prospera.
A Energia da Terra entra num território por um ano inteiro. Não vem dar uma palestra e ir embora — vem estudar a flora local, adaptar as abelhas àquele ecossistema, formar as pessoas no manejo e construir, com a comunidade, negócios reais a partir do que as abelhas produzem. Ao fim, o território não tem só conhecimento: tem colmeias, marcas e renda próprias.
Cinco fases, do território à autonomia.
Cada fase é um conjunto de encontros práticos e teóricos. O caminho é sempre o mesmo na essência, mas o conteúdo se molda à flora, às abelhas e à cultura de cada lugar.
Território & Biodiversidade
Tudo começa pelo lugar. Estudamos a flora melitófila, o ecossistema e as abelhas nativas que já vivem ali — para entender quais espécies fazem sentido e como o território pode sustentá-las.
- diagnóstico do ecossistema
- flora local mapeada
- espécies definidas
Captação & Manejo das abelhas
A fase de campo. A comunidade aprende a captar enxames, instalar e cuidar das colmeias, e adaptar as abelhas ao território — com as técnicas de criação da Energia da Terra, voltadas à conservação e à produção sustentável.
- meliponário instalado
- manejo na prática
- colônias saudáveis
Meliprodutos
Onde a abelha vira valor. Mel, cera, própolis e seus derivados — boas práticas de coleta e conservação, e as primeiras aplicações em produtos como nutricosméticos, gastronomia e mais. O território descobre o que pode produzir.
- produtos definidos
- boas práticas
- primeiras amostras
Empreendedorismo & Marca
O salto do produto ao negócio. Modelagem de negócios, identidade de marca e preparação para o mercado — para que cada grupo construa um empreendimento próprio, com nome, proposta de valor e capacidade de se apresentar e vender.
- plano de negócio
- marcas próprias
- preparo para o mercado
Autonomia & Colheita
O território assume o leme. Gestão do meliponário, planejamento anual de produção e definição de metas — para que, ao fim do projeto, a comunidade siga produzindo, vendendo e cuidando das abelhas de forma independente.
- produção independente
- gestão própria
- rede consolidada
Conhecimento que vira estrutura — e fica.
Capacitação completa
Formação prática e teórica em meliponicultura e empreendedorismo, conduzida por biólogos e meliponicultores experientes.
Negócios estruturados
Da ideia à marca: cada grupo sai com um empreendimento próprio, pronto para vender o que as abelhas produzem.
Autonomia real
O objetivo não é dependência — é deixar o território produzindo e gerindo as próprias colmeias ao fim dos 12 meses.
Doze meses, um território transformado.
Cada território tem a sua abelha e a sua flora.
O projeto não é uma fórmula fechada que se aplica igual em todo lugar. A primeira coisa que fazemos é estudar o seu ecossistema — quais abelhas nativas vivem ali, quais plantas as alimentam, o que a comunidade já sabe.
A partir daí, o caminho se molda: as espécies, os produtos e os negócios nascem do que aquele território tem de único. É por isso que a rede pode florescer de Magé a qualquer outro lugar — sem perder a alma de cada lugar.
Quer levar essa rede ao seu território?
Conte para a Energia da Terra sobre a sua comunidade e o seu ecossistema. Vamos entender juntos como o projeto pode nascer aí.
Falar com a Energia da Terra


